Tuesday, August 28, 2007
Tuesday, August 14, 2007
RATICE NA PRAIA!
Cheguei à praia.
Tem pose fatal.
Óculos de breu.
Alourados cabelos,
à mesa do bar.
Crava-me o olhar,
de arrancar os cabelos!...
Que é que ela quer?
Estendi a toalha,
expuz-me ao sol,
em fato de banho.
Oculto a carteira e
relógio
nos sapatos vazios.
E o raio da rata,
com ligeiro sorriso,
não deixa de olhar...
Entretanto,
uma mocita inocente(?)
- donde é que saíu? -
surge na hora
e ensaia conversa
com minha mulher
mergulhada no mar.
Eis que a rata, sabida,
como quem nada quer,
de olhos matreiros,
fixos em mim,
avança para o mar
e molha os pés...
À cata de quê?...
Um raio de luz
rasgou-me a cegueira!...
Já sei!
O que ela quer apanhar,
o raio da rata,
ratona de praia,
é o relógio e carteira!...
Cheguei à praia.
Tem pose fatal.
Óculos de breu.
Alourados cabelos,
à mesa do bar.
Crava-me o olhar,
de arrancar os cabelos!...
Que é que ela quer?
Estendi a toalha,
expuz-me ao sol,
em fato de banho.
Oculto a carteira e
relógio
nos sapatos vazios.
E o raio da rata,
com ligeiro sorriso,
não deixa de olhar...
Entretanto,
uma mocita inocente(?)
- donde é que saíu? -
surge na hora
e ensaia conversa
com minha mulher
mergulhada no mar.
Eis que a rata, sabida,
como quem nada quer,
de olhos matreiros,
fixos em mim,
avança para o mar
e molha os pés...
À cata de quê?...
Um raio de luz
rasgou-me a cegueira!...
Já sei!
O que ela quer apanhar,
o raio da rata,
ratona de praia,
é o relógio e carteira!...
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