Prece da manhã
Ó suave majestade real
De quem tudo pode,
Deitai sobre o mundo disperso,
Vosso manto!...
Que a discórdia universal,
Que reina e desfaz as vidas,
Transforme em paz fraterna!..
Que o mundo se ordene de vez,
Se erga de pé e de mãos erguidas,
Para quem o fez viver
E não quis que chegasse,
Mas criou livre…
A este ponto triste a que chegou!..
Se desprendam de vez,
Das garras da guerra,
Que tudo destrói.
Até o Amor.
Semente do mal.
Fonte de morte,
Da angústia e negrume na vida
Que nasceu para o sol de amor.
Clarins de paz soem nos céus
E ressoem loas de paz e fraternidade,
Desde o nascer do sol
Ao sol pôr em toda a terra.
Amen!...
Ouvindo concerto Aranguês, por André Rieu
Berlim, 5 de Fevereiro de 2013
Joaquim Luís M. Mendes Gomes
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