Descalabro geral...
Perante o descalabro geral
que arrasou Portugal...
numa dezena de anos,
não vamos cruzar os braços...
Não!
Vamos saltar para a arena...
de braços bem dados
e pegar nos bois pelos cornos...
Vamos pisá-los...
Com patadas iguais.
Fazê-los espumar.
E mandá-los para o talho.
Grandes ladrões,
Sem perdão!
Esperaram a hora mais fraca.
Em que não servimos para nada...
e atiram-se a nós!...Como vampiros...
com fome de sangue.
É isso que pensam...
Chupam-nos as reformas...
o pão que ganhamos,
com nosso suor...
ao longo da vida...
E se riem de nós...
Que bandidos sem nome...
Ó que vilões!...
Jamais houve iguais...
Só no holocausto...
contra os judeus!...
aqueles nazis...
Berlim, 11 de Maio de 2014
ouvindo Concerto Aranguês...mais uma vez...nunca cansa...
Joaquim Luís Mendes Gomes
Perante o descalabro geral
que arrasou Portugal...
numa dezena de anos,
não vamos cruzar os braços...
Não!
Vamos saltar para a arena...
de braços bem dados
e pegar nos bois pelos cornos...
Vamos pisá-los...
Com patadas iguais.
Fazê-los espumar.
E mandá-los para o talho.
Grandes ladrões,
Sem perdão!
Esperaram a hora mais fraca.
Em que não servimos para nada...
e atiram-se a nós!...Como vampiros...
com fome de sangue.
É isso que pensam...
Chupam-nos as reformas...
o pão que ganhamos,
com nosso suor...
ao longo da vida...
E se riem de nós...
Que bandidos sem nome...
Ó que vilões!...
Jamais houve iguais...
Só no holocausto...
contra os judeus!...
aqueles nazis...
Berlim, 11 de Maio de 2014
ouvindo Concerto Aranguês...mais uma vez...nunca cansa...
Joaquim Luís Mendes Gomes
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