Sunday, January 28, 2007

Hoje, não tenho nada de que me apeteça falar. Olha, vou falar de virilhas. Ó diabo! Fugiu-me a boca...Queria dizer ervilhas. Porque me terá saído trocada a referência? Talvez , porque, há uns tempos para cá, essas bandas ocultas resolveram chatear-me. Péga, não péga, cravam-se-me umas alfinetadas no topo da perna direita e, andar, é o está-quieto...só devagar e com cuidadinho.
Esta coisa, de andar a sessenta e cinco... a geometria range que range...começa a abanar tudo, a carroça desengonça e, será da chapa, ou da carcaça, não há ferro nem engate que não bata.
Transplantes? Hhumm!...prefiro tudo o que vem da origem.... Aperta aqui, aperta acolá, pára agora, arranco já, com muito jeito, há-de dar até à toca...
Eu bem via o meu avô José . Nasceu no século dezanove...Deixou de subir à torre e tocar o sino...Daí em diante, foi pegar na bengala e, coitado, manca, salamanca, levava meia hora a vir da casa dele até à nossa. Eram outros tempos, também.

Mas voltando às ervilhas. Estava-me mesmo a apetecer um arrozinho delas...a acompanhar uma coelhada no forno.

1 comment:

Menina Marota said...

Gostei do humor... e das ervilhas...com coelho...

;)